Geofencing x Geoframing… Tem algo novo no pedaço!

||Geofencing x Geoframing… Tem algo novo no pedaço!
2018-07-24T15:39:39+00:0023/07/2018|Tags: , , |

Por Brenda McGowan – Grupo de Data Solutions, EUA

Geo-Fencing vs. Geo-Framing

Geo-Fencing vs. Geo-Framing

Como a publicidade digital continua ganhando força entre os profissionais de marketing como um meio que tem “melhor custo/benefício” para alcançar clientes e prospects em comparação aos métodos tradicionais, é bom saber as diferenças de estratégias e como novas tecnologias podem dar mais eficácia aos seus investimentos em publicidade!

Nem todas as tecnologias “GEO” são iguais:

  • “Geo-Fencing” usa recursos de GPS ou RFID para criar um limite virtual e precisa que alguém esteja com seus serviços de localização habilitados e faça um opt-in de forma ativa. Além disso, a estratégia usa torres de celular para correlacionar um local para, então, veicular anúncios em tempo real para dispositivos individuais que entram em uma determinada área.
  • “Geo-Framing” requer que alguém pesquise na Internet (disparando uma solicitação de anúncio), dispensa o opt-in e usa coordenadas de latitude e longitude para se comunicar com áreas específicas com uma precisão de até um metro.  Com essa tecnologia, é possível veicular anúncios em um dispositivo em tempo real ou em relação aos últimos seis meses, podendo ainda fazer a combinação com o IP doméstico para alcançar o público em casa.

Geo-Framing é uma nova tecnologia “sem cookies” lançada em 2017 que aperfeiçoa o Geo-Fencing, com a grande diferença no uso do histórico de dados do local. A vinculação dos IDs dos dispositivos a IPs domésticos permite que os profissionais de marketing se conectam com PESSOAS DE VERDADE. Essa estratégia também ajuda a eliminar fraudes com anúncios robóticos com um nível de confiança de, no mínimo, 95%.  Esta nova tendência no “nível do IP” na publicidade digital também pode ser eficaz com o público que cancelou a assinatura dos seus e-mails, por ser uma opção menos invasiva para o uso de e-mails.

A título de exemplo, esta tática mostrou-se bastante eficaz para um time profissional que direcionou uma ação a torcedores que já tinham ido ao estádio. A campanha teve 120.000 impressões ao longo de duas semanas que antecederam um jogo, além das outras ações de promoção.

  • Direcionamento por IP gerou um aumento de 22% nas conversões de vendas de ingressos em comparação ao grupo focal não direcionado.
  • Público do jogo foi 68% maior do que a média do time.

Não precisa nem dizer que “tem algo novo no pedaço”, e será um prazer para a Valid compartilhar com você outros estudos de caso impressionantes que podem ajudar a definir o seu próximo projeto digital!

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