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A partir desse ano, novo documento será obrigatório para idosos receberem a aposentadoria

O governo federal anunciou um importante cronograma de mudanças para os beneficiários de programas sociais e previdenciários, incluindo aposentadorias, BPC e Bolsa Família.

Até o final de 2027 todos deverão obter a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que passará a ser a principal identificação para o cadastro biométrico desses cidadãos.

Atualmente, cerca de 84% dos beneficiários já possuem algum tipo de biometria cadastrada, mas a CIN visa uniformizar este processo para aumentar a segurança contra fraudes utilizando o CPF como número único de identificação em todo o território brasileiro.

Motivos por trás da adoção da CIN

O novo documento faz parte de um esforço para modernizar e centralizar os sistemas de identificação do governo. A CIN elimina inconsistências nos registros ao unificar as informações em um único documento, aumentando a confiança nos sistemas de distribuição de benefícios.

A biometria oferece uma camada adicional de segurança, dificultando fraudes, como o uso indevido de benefícios por pessoas sem direito.

Detalhes da implementação da CIN

A transição para a CIN já começou, sendo implementada de forma gradativa nos estados e no Distrito Federal.

A carteira estará disponível em formato físico e digital, oferecendo funcionalidades como QR Code para validação eletrônica e registro de doação de órgãos. Este avanço facilita o cruzamento de dados públicos, otimizando a gestão dos programas sociais.

Documentos necessários e exceções

Para emitir a CIN, os beneficiários precisarão apresentar certidão de nascimento ou casamento, CPF regularizado e comprovante de residência.

Certos grupos estão isentos da emissão até o fim de 2027, são eles:

  • Pessoas com mais de 80 anos;
  • Migrantes;
  • Refugiados;
  • Brasileiros no exterior;
  • Moradores de áreas de difícil (isentos até que o governo possa providenciar infraestrutura adequada).

Prazos e etapas da transição para a CIN

O processo de transição ocorrerá em etapas específicas. Até 1º de maio de 2026, todos os novos beneficiários sem biometria precisarão se adaptar ao novo modelo, obtendo a CIN.

A partir de 1º de janeiro de 2027, será obrigatório possuir biometria para qualquer concessão ou renovação de benefício. Por fim, a partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN se tornará a única forma aceita de identificação biométrica em programas sociais no Brasil.

Beneficiários que não se ajustarem aos prazos enfrentam o risco de encontrar barreiras no acesso a benefícios em 2028. É essencial que a documentação seja atualizada no prazo adequado.

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